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ROY SCHULENBURG
Histórias


Lisboa em película e saudade
Lisboa não se vê, ela é descoberta pelo modo como a luz escolhe repousar sobre as coisas. É uma claridade que não apenas ilumina, mas guarda o tempo dentro de si, transformando cada esquina em uma memória dourada que teima em não apagar. Nas fachadas de azulejo, o sol faz morada e o silêncio ganha cor. Há uma dignidade silenciosa nos prédios que observam o passar das décadas, onde cada rachadura na calçada parece um verso de um fado que ainda não foi cantado. Caminhar por sua
Roy Schulenburg
2 min de leitura
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