Lisboa em película e saudade
- Roy Schulenburg
- há 22 horas
- 1 min de leitura
Lisboa é a luz que guarda o tempo, é memória dourada, onde o sol repousa nas fachadas e o silêncio tem cor.

Cada sombra parece lembrar do passado e a película do filme mostra a cidade que vive entre a saudade e o reflexo do Tejo.




Cada sombra parece lembrar do passado e a película do filme mostra a cidade que vive entre a saudade e o reflexo do Tejo.





Luz que se derrama em silêncio, a vida entre o reflexo do rio e o eco das colinas.




Há ternura nas fachadas e melancolia nos becos.







Uma cidade que tudo parece lembrar o tempo e cada sombra é um pedacinho de sol que esqueceu de partir.





As fotos aqui fazem parte de um projeto que incluiu viajar por 5 cidades e registrar essa passagem com fotografia analógica. Para cada cidade foi escolhido um filme, com cores e grão específicos, para tentar transmitir mais o que eu passei por cada um desses locais.
Essas aqui de Lisboa foram feitas utilizando o Kodak Gold 200, que é um filme com sensibilidade ISO 200, negativo colorido, revelado pelo Processo C-41. Gosto desse quando faço fotos com a luz natural, em situações bem iluminadas. As cores ficam bem vivas, quentes e saturadas, o visual fica parecendo aquelas fotos da família dos anos de 1980, meio nostálgico. As cores de pele das pessoas fica mais vibrante, não fica tão equilibrado quando o Kodak Portra, então é bom levar isso em consideração se você for usar esse filme.







Comentários