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ROY SCHULENBURG
Histórias


O tempo que se estica: Paris em 35mm
Caminhar pelas ruas de Paris é aceitar um déjà vu constante. Diferente de outras capitais, onde a modernidade tenta apagar o passado, Paris preserva uma cenografia viva.
Roy Schulenburg
4 min de leitura


Barcelona em Grãos
Barcelona não se deixa capturar facilmente por lentes comuns. Para mim, a cidade pedia a imperfeição orgânica do filme e a incerteza do clique analógico. Ela vibra em uma frequência própria, onde o caos não é desordem, mas uma harmonia teimosa que insiste em se manifestar em cada esquina. Ao caminhar por suas ruas, da para perceber que as cores aqui não são passivas. Elas disputam o espaço com a luz do Mediterrâneo e as formas do Modernismo Catalão, em um duelo constante que
Roy Schulenburg
2 min de leitura


Lisboa em película e saudade
Lisboa não se vê, ela é descoberta pelo modo como a luz escolhe repousar sobre as coisas. É uma claridade que não apenas ilumina, mas guarda o tempo dentro de si, transformando cada esquina em uma memória dourada que teima em não apagar. Nas fachadas de azulejo, o sol faz morada e o silêncio ganha cor. Há uma dignidade silenciosa nos prédios que observam o passar das décadas, onde cada rachadura na calçada parece um verso de um fado que ainda não foi cantado. Caminhar por sua
Roy Schulenburg
2 min de leitura
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